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ALESSANDRA NEGRINI

Alessandra Negrini acha que não é problema filmar com rato

Marcelo Lyra
Direto do Rio de Janeiro

Em seu segundo trabalho com o diretor Júlio Bressane, A Erva do Rato (o primeiro foi Cleópatra, lançado no ano passado), Alessandra Negrini comprova sua vocação para fazer no cinema papéis completamente diferentes dos que os fãs se acostumaram a ver na TV.

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Sua personagem não tem nome, e diz apenas duas ou três falas no filme todo, apesar de estar em cena muito tempo. Livremente inspirado em dois contos de Machado de Assis (O Esqueleto e Causa Secreta), A Erva do Rato conta a história de uma mulher que perdeu o pai e conhece um homem (feito por Selton Mello) que a leva para sua casa.

Eles passam a viver juntos, mas a relação vai se complicando à medida em que ele fica obcecado por tirar fotos dela nua. O filme tem ousados planos de nudez frontal, com alguns closes quase ginecológicos.

Após a sessão, em meio a um interminável assédio de fãs e cumprimentos de amigos, ela conversou com exclusividade com o Terra.

Terra - Em Cleópatra, seu personagem era muito calcado nas falas. Você falava muito e precisou criar um sotaque especial. Agora é o oposto, ou seja, um personagem que quase não fala, e o espectador tem que perceber os sentimentos por intermédio de suas expressões faciais e olhares. Esse personagem foi mais difícil de compor?
Alessandra Negrini - Sim, completamente. Ela é minimalista, contida, há muito mistério em torno dela, em seus sentimentos. Foi muito mais difícil de fazer, mesmo com toda a liberdade que o Bressane dá para a improvisação.

Terra - A personagem transmitia um ar desprotegido ao chegar na casa, mas depois mostrava segurança quando se deixava fotografar nua. Como você fazia para expressar sentimentos tão opostos sem falar?
Alessandra Negrini - Pois é, ela tinha um pouco de dubiedade, e ao mesmo tempo um ar misterioso. Mas como eu disse, foi muito na base da improvisação.

Há uma cena particularmente impressionante, quando o rato que estava roendo as fotos dela nua sobe na sua cama e caminha no seu braço, enquanto a mulher dorme. Como você enfrentou essa cena?
Alessandra Negrini - Não foi difícil. Embora pareça uma ratazana filhote, na verdade não é exatamente um rato, pois não é daqueles que vivem na rua. Na verdade ele foi criado por especialistas, é quase como se fosse esses ratinhos de estimação.

Terra - Você teve medo?
Alessandra Negrini - Não porque eu sabia que era um animal limpo e treinado. Não havia risco de me morder. Ele era super dócil, mansinho. Acho que não conseguiria fazer se fosse uma barata. Se a cena fosse com uma barata, aí sim seria um problema.

Redação Terra

 
  • Aurélio França

  • NIVALDO LUIZ

  • João Batista

Sample image Locutor e apresentador dos programas:
A Caminho da Luz e Extase desde o ano de 1990.
Apresentou programas nas radios: Mineira AM, Metropolitana AM, Inconfidencia AM, Studio FM, Cidade FM, Mania FM, Rio de Janeiro AM, Carioca AM e Guanabara AM no estado do RJ.

Sample imageNivaldo trabalha com radio desde 1998 exercendo função de diretor artístico em todas.

Já trabalhou como repórter, produtor na Rádio. Dinâmica fm 103.3 comunitária nossa cidade fm 94.1, Sabará fm 87.9, 104,7 Tropical fm,Studio fm 90,1 onde exerço a função de produtor e programador.

Na Rádio Web Sintonia, desde junho de 2007 e Web Studiofmbh.Com também como produtor e programador, já fez curso de Prática de Locução na UFMG, em BH.

Sample imageIniciando suas atividades como locutor e apresentador em 1997 nas radios: Industrial FM, Mania FM, Nossa cidade FM, Stûdio FM, sendo pesquisador da area Ufologica desde 1993.

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